O MELHORES E PIORES DE 2010

E mais um ano chega ao fim. Hora de fazer planos para o próximo e também a já tradicional lista dos melhores e piores filmes do ano. Ao contrário dos últimos anos, tive mais dificuldade para montar a lista dos piores. Acho que me esquivei dos filmes certos. Como parâmetro, usei filmes exibidos no Brasil (festivais, mostras, circuito ou lançados diretamente em DVD), com data de produção entre 2009 e 2010. Filmes vistos em festivais anteriormente e que entraram em cartaz neste ano ficam de fora. Sabemos também que gosto é uma coisa muito particular e que alguns filmes ficaram de fora e podem causar certa, digamos, revolta.

Sem mais delongas, vamos aos filmes:

OS PIORES FILMES DE 2010

10. MINHA MÃE É UMA PUTA (Mother is a Whore, Coréia do Sul, 2009) de Lee Sang Woo

Não é só no título de seu filme que Lee Sang Woo (que também escreve e protagoniza o longa) pretende instigar o público. Sua câmera registra a inversão de valores numa sociedade que cresceu com o peso da doutrina cristã. Mas para posicionar a religião em nosso tempo, o diretor se perde com o desenvolvimento narrativo, fazendo contraponto com as desconstruções de planos da cartilha do cinema clássico americano. O grande problema do filme é como o diretor coloca suas mensagens imbuídas em situações que buscam denegrir classes, gostos e escolhas pessoais. Se não fosse isso apenas, a ladeira desce um pouco mais por conta da bagunça narrativa. Exibido no Indie – Mostra de Cinema Mundial.[LER RESENHA]

 09. NINE (Idem, EUA/Itália, 2009) de Rob Marshall

A famigerada homenagem a 8 ½ de Federico Fellini dirigida por Rob Marshall falha feio por usar os personagens do diretor italiano de forma tão caricata afim de adaptá-los para um musical. As inserções musicais são feitas apenas para martelar na mente do espectador, de forma tendenciosa, o mais óbvio: a crise de um diretor para escrever seu novo filme enquanto é amedrontado por todas as mulheres de sua vida. Sem muitos desdobramentos e longe da brilhante forma que Fellini realizou 8 ½ , o filme de Marshall sobrevive graças as atuações de Daniel Day-Lewis e Penélope Cruz. Exibido em circuito.[LER RESENHA]

08.ASSALTO AO CARRO BLINDADO (Armored, EUA, 2009) de Nimród Antal

Tenho a curiosidade em saber o que passou pela cabeça de Nimród Antal para dirigir um roteiro tão fraco e previsível como o de Assalto ao Carro Blindado.  E também o motivo para ele figurar na Blacklist (lista dos melhores roteiros que não saíram do papel) de 2008. O filme aborda a corrupção policial de forma tão desleixada e com um elenco onde todos tomam posição de coadjuvante, a coisa só piora. Por mais que o esforço de Antal seja perceptível, o longa não consegue formar um posicionamento concreto, mesmo que seja o de se assumir como puro entretenimento. Lançado diretamente em DVD. [LER RESENHA]

07.O GOLPISTA DO ANO (I Love You Phillip Morris, França/EUA, 2009) de Glenn Ficarra e John Requa

O humor de O Golpista do Ano é justificado pela opção sexual de seus protagonistas e troca os pés pelas mãos; tudo é motivo para cair em escatologia, para falar de pênis ou brincar com formatos de objetos. A carência da desconstrução de personagens para dar algum sentido às intenções dos diretores é grande. Ela  abordaria um humor mais refinado e daria uma nova faceta ao filme, que no fim das contas parece gratuito, caricato e sem inspiração alguma, mesmo cheio de boas opções a seguir. Exibido em circuito.[LER RESENHA]
06. O ESTUDANTE (El Estudiante, México, 2009) de Roberto Girault

O Estudante foge de uma total catástrofe graças ao dinamismo de suas cenas e por não oscilar por outros caminhos; Girault assume a identidade de seu filme nos primeiros minutos e a mantém intacta até o fim. Por outro lado, fica em aberto diversas possibilidades no roteiro e pesa a insegurança do elenco (exceto o inspirado Jorge Lavat) e da direção. A conclusão é que estamos diante de um capítulo de novela mexicana com duração estendida. Exibido em circuito.

05. A INVENÇÃO DA CARNE (La Invencion de la Carne, Argentina, 2009) de Santiago Loza

O grande problema de A Invenção da Carne é a redundância que Santiago Loza expõe com o tempo. Sua mensagem é passada logo nos primeiros minutos de filme e de resto, vemos um diretor desesperado para achar um sentido plausível para continuar sua narrativa, repetindo o mesmo raciocínio de formas diferentes. O médico com síndromes. A prostituta carente. Chega a ser ordinário. Até o epílogo, acompanhar os personagens, sempre em estado de ebulição emocional, é um sofrimento. Exibido no Festival do Rio 2010.
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04.400 CONTRA 1 – UMA HISTÓRIA DO CRIME ORGANIZADO (Idem, Brasil, 2010) de Caco Souza

A intenção de 400 Contra 1 é humanizar os personagens. Não elevá-los a status de herói ou de bandido.  E em cada época retratada, uma fórmula. E não pense que esta saída organiza o roteiro. A edição – exageradamente picotada e sem senso narrativo, não coopera. A mesma edição esmaece a veracidade dos fatos por não tratar estes mesmos personagens com a proximidade necessária para criar uma identificação. Eles não possuem conflitos e não é possível assimilar o tempo com os fatos. Em certa altura do filme fica impossível acompanhar esses relatos abstratos e ainda buscar alguma formação conflituosa para os milhares de personagens que pipocam na tela. Exibido em circuito.[LER RESENHA]


03. FÚRIA DE TITÃS (Clash of Titans, Inglaterra/EUA, 2010) de Louis Leterrier

Economizando em informações, o filme de Louis Leterrier apenas aponta um caminho para seu protagonista vestir a camisa de herói e partir para a batalha, levando tal pratica egoísta ao seu extremo. Os coadjuvantes ganham personalidades tão rasas que fica impossível criar empatia por qualquer um deles. Sem brechas para momentos contemplativos, a trama consiste em um bloco de cenas de ação que preza pelo apelo visual – sem sucesso, pois elas ficam entre o total retrocesso tecnológico (mesmo com a inclusão do 3D de última hora) e uma estética ordinária em filmes deste gênero. Exibido em circuito.[LER RESENHA]

02. A SAGA CREPÚSCULO: ECLIPSE (The Twilight Saga: Eclipse, EUA, 2010) de David Slade
Em certo ponto de Eclipse cria-se a necessidade de uma interpretação que represente o filme de uma forma justificável; compreende-se que os personagens dirigidos por David Slade (30 Dias de Noite) estão com os hormônios à flor da pele e uma sequência de gags sobre o constrangimento gerado sobre esta situação guiam a narrativa ou que este mesmo constrangimento vem até o espectador por uma trama vazia que se sustenta em detalhes desnecessários. Exibido em circuito.[LER RESENHA]

01. SEGURANÇA NACIONAL (Idem, Brasil, 2010) de Roberto Carminati 

Por que fazer um filme de ação se o diretor não sabe conduzir as cenas que o texto exige? Como domar a audiência se o mau gosto está em todas as cenas desse filme? Como levar a sério um protagonista em nível máximo de canastrice como Tiago Lacerda? Como aturar uma história que se agarra em aspectos saturados pelo cinema americano e com qualidade infinitamente inferior?

MENÇÕES DESONROSAS 
Alice no País das Maravilhas de Tim Burton, 8 Vezes de Pé de Xabi Molia,Insolação de Daniela Thomas e Felipe Hirsch, Lembranças de Allen Coulter e Brilho de Uma Paixão de Jane Campion

OS MELHORES FILMES DE 2010
 
10. TROPA DE ELITE 2 - O INIMIGO AGORA É OUTRO (Idem, Brasil, 2010) de José Padilha

O dinamismo do roteiro impressiona. Os diálogos de tão despretensiosos chegam a impactar. Entretanto, é impossível não entrar na imparcialidade que Tropa 2 sustenta. O cunho social que o filme traz deixa toda amarra do roteiro ficar pequena. A fidelidade com que Padilha a violência no Rio de Janeiro coloca em cheque o que é ficção ou o que reconstituição de algum fato, além de demolir um suposto discurso fascista tão levantado após o lançamento de Tropa de Elite. Seja lá em qual lado seu pensamento reside, ele será novamente impactado. Exibido em circuito.[LER RESENHA]

 09. O ASSASSINO SENTIMENTAL DE MÁQUINAS (The Sentimental Engine Slayer, EUA/México, 2010) de Omar Rodriguez Lopez

A narrativa de O Assassino Sentimental de Máquinas é fragmentada ao extremo a ponto do último ato completo exija atenção redobrada. Mas não é o aspecto mais importante do debut de Omar Rodriguez-Lopez, líder do grupo The Mars Volta na direção. O Assassino Sentimental de Máquinas é uma experiência sensorial, onde figuras de linguagem, unem-se para criar as possibilidades do sonho e traumas, acopladas a já citada frenética edição transformam a grande crise existencial de Barlam, um jovem que não suporta o peso de uma cartilha comportamental adolescente numa viagem abstrata e extremamente envolvente. Exibido no Indie – Mostra de Cinema Mundial [LER RESENHA]

 08. KICK-ASS – QUEBRANDO TUDO (Kick-Ass, EUA, 2010) Matthew Vaughn

Filmes de heróis chegaram às telas aos borbotões na última década. Muitos com diretores com cacife suficiente para justificar a compra de ingresso como o caso de Zack Snyder (Watchmen) e Sam Raimi (a trilogia Homem-Aranha), mas poucos realmente se aventuraram em um terreno que desconstrua super-heróis além de um formato acessível a grandes públicos. É o que acontece em Kick-Ass – Quebrando Tudo. A adaptação da graphic novel de Mark Millar e John Romita Jr. para os cinemas consiste na inovação na desmistificação de heróis e em interessantes fragmentos de referências – e isto deve ser visto com bons olhos. É divertimento, é comédia adolescente, incorreto e extremamente violento, mas o que chama mais atenção da obra é como o filme de Matthew Vaughn é composto por caminhos tortuosos para o que chamamos de “blockbuster”. Exibido em circuito.[LER RESENHA]

07. AS MELHORES COISAS DO MUNDO (Idem, Brasil, 2010) de Laís Bodanzky

Em certo ponto do longa fica impossível não associar a obra de Bodanzky aos filmes de John Hughes (principalmente Clube dos Cinco), que ao mesmo tempo que usava sua trama à um viés despretensioso, estudava uma geração. A relação dos jovens ao sexo, entorpecentes, imaturidade, novas formas de relacionamento, meios de comunicação e problemas familiares é vista por Laís de uma maneira que foge completamente de um modelo formulado por emissoras de TV, que geralmente utilizam os jovens como meros coadjuvantes ou simplesmente abusam do mau gosto para construir uma realidade distorcida. A idéia da diretora carrega resquícios de uma maneira mais “analógica” de se ver a vida, pois seus personagens prezam pelo contato ao vivo, que aos poucos e naturalmente brinda o espectador mais velho com uma sensação nostálgica. Exibido em circuito.[LER RESENHA]

06. MICMACS – UM PLANO COMPLICADO (MicMacs à tire Larigot, França, 2010) Jean-Pierre Jeunet

Remetente às comédias do cinema mudo (em especial Charles Chaplin) e engajado, o filme de Jeunet é primoroso na linguagem dinâmica e no impactante visual. Brinca com o absurdo e com a (in)competência de nossa raça. Não dá muito tempo para reflexões, mas faz questão de entregar suas intenções nos momentos finais (e geniais). Para apreciar todos os detalhes é preciso ver MicMacs muitas vezes. Farei isto com o maior prazer. Exibido no Festival do Rio e na Mostra de Cinema de São Paulo.[LER RESENHA]

 
05. O GUERREIRO SILENCIOSO (Valhalla Rising, Dinamarca, 2009) de Nicolas Winding Refn

Anti-climático, o filme estuda o exercício da fé e a religiosidade como uma doença. O longa se fantasia de épico, mas tende muito mais às questões existenciais que para as batalhas – que praticamente não existem, mas quando cria embriões, se transformam em sequências brutais de violência. Nicolas Winding Refn (diretor do aclamado Bronson) cria quadros belíssimos para representar a angústia de seus personagens, perdidos, à procura de um sentido numa doutrina abstrata.  Lançado diretamente em DVD.[LER RESENHA]

 
04. FILM SOCIALISME (Film Socialism, França/Suíça, 2010) de Jean-Luc Godard

Fora o lado inovador de representar duas formas de arte praticamente marginalizadas dentro de uma narrativa, Godard esmaece diversos assuntos sem que eles pareçam deslocados dentro da proposta quase descompromissada com seu próprio engajamento. Film Socialisme é sim um filme difícil de assimilar e propositadamente feito para ser visto diversas vezes, junto com novas idéias e posturas. Exibido em circuito.

 
03. UM HOMEM SÉRIO (A Serious Man, EUA, 2009) de Joel e Ethan Coen

Os irmãos Coen usam a manipulação para representar o princípio básico da linguagem audiovisual. A história de Gopnik dá margem para uma narrativa dinâmica, que não deixa imunes valores e costumes da sociedade que são exaltados pela direção de Joel e Ethan. É assustadora a composição de quadros e movimentos de câmera para acentuar emoções. Toda beleza e sarcasmo de Um Homem Sério são necessários para uma contemplação livre, pois metáforas são freqüentes na trama. A maior e mais brilhante delas, na última cena do filme, é para lembrar que no cinema, Deus está sentado na cadeira de diretor. Exibido em circuito.[LER RESENHA]

 
02. O SEGREDO DOS SEUS OLHOS (El Secreto de sus Ojos, Argentina, 2009) de Juan José Campanella
O diretor Juan José Campanella bebe da decadência característica dos personagens dos filmes noir e do ritmo de filmes de ação americanos para traçar uma trama completa e claustrofóbica. Nela, a pena de morte é citada em alguns momentos, mas é atrelada a cada quadro do filme que também discute o abismo entre as palavras “existência” e “vivência” com bons diálogos e movimentos de câmera precisos. Exibido em circuito.
 
 
01. CÓPIA FIEL (Copie Conforme, França/Itália/Irã, 2010) de Abbas Kiarostami

Apesar de remeter a outra obra-prima do diretor, 10, Kiarostami entrega uma obra inventiva. Diálogos se tornam implícitos pelas própria potência. Relações conjugais podem ser o cerne da discussão (filme/platéia) sobre nossa falta de personalidade e os motivos de sermos tão banais, óbvios e cheio de sentimentalismos baratos. Mas, é um leque gigantesco de questões , construído através da metalinguagem. Cabe ao espectador criar sua própria temática. Exibido no Festival do Rio e na Mostra de Cinema de São Paulo.


MENÇÕES HONROSAS
O Escritor Fantasma de Roman Polanski, HaHaHa de Hong Sangsoo, Kaboom de Gregg Araki, The Killer Inside Me de Michael Winterbottom e Caterpillar de Kôji Wakamatsu

Aproveito que este provavelmente será o último post do ano para agradecer a todos que visitam frequentemente o site, o usam como parâmetro para suas idas ao cinema, que comentam e ajudam a divulgar o site pela rede. Desejo boas festas e um ano cheio de bons filmes para todos nós! Até 2011!

Comentários

  1. Adivinha se eu não vou baixar e tentar ver alguns dos melhores nesse fim de semana?

    Feliz Natal, Pê! Obrigada pela lista :*

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  2. Ah, adorei as listas! Só não concordo com "Alice no País das Maravilhas" e "Brilho de Uma Paixão". Parabéns, Pedro! ; *

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  3. Pedro Henrique Gomes3 de junho de 2013 09:11

    É, eu não considerei filmes que só foram exibidos em festivais, senão minha lista seria diferente.

    Mas ainda estou esperando você dizer que é uma piada Brilho de Uma Paixão figurar entre os piores. Diz aí?

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  4. Discordo que o O Golpista do Ano foi um dos piores filmes do ano.

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  5. Pessoas que colocam Kaboom na lista de melhores do ano.

    Enfim. Mato o próximo que colocar Nine na lista de piores. Só eu gostei do filme, pelo visto. Adoro aquelas músicas! *-* O filme tem problemas, claro, mas esse horror todo, felizmente, eu não vi. Por outro lado, essa coisa chata de Brilho de Uma Paixão foi dignamente lembrado. E 400 contra 1 é mesmo terrível, que edição é aquela?!

    Suas listas são sempre repletas de filmes que não conheço porque o que você mais faz na vida é ir à festivais de cinema, o que acho invejável. Cópia Fiel já tá na lista de prioridade aqui. Não curto muito Kick-Ass e gostei de As Melhores Coisas do Mundo, mas não entraria na minha lista não. No mais, prefiro Abutres a O Segredo dos Seus Olhos.

    Bom fim de ano, Pedro!

    []s!

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  6. Ótima lista.

    Copie Conforme é impecável!

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  7. O lembrancas eh definitivamente um filme que eu acharia horroroso se estivesse morando no brasil e nao tivesse outra visao do que rola por aqui.moro aqui nos eua faz 4 anos e conheci muitas familias que perderam pais,irmaos e amigos no atentado,e ate na familia do meu marido tivemos uma perda tambem.achei um tapa na cara o fim do filme,por esses motivos.

    enfim...

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  8. Olhando essa lista, percebo como esse ano fiquei desligado dos cinemas, vi bem poucos desses filmes. "O segredo dos seus olhos" está abaixo da grande qualidade do cinema argentino atual. Dos melhores, acho q só Tropa 2 entra na minha lista.

    Qto aos piores, "A invencao da carne" foi tao decepcionante q nao fiquei na sala de cinema mais do q 30 minutos. Nao vi "Seguranca nacional", mas "Federal" foi uma tentativa de filme de acao constrangedora e desastrosa.

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  9. Otima lista meu amigo mas você assistiu Reflexões de um Liquidificador?? Eu achei genial e coloquei nos dez melhores filmes desse ano no meu blog

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  10. Ótima lista. Copie Conforme é impecável!

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  11. Puxa, enfim uma lista que dê o merecido valor à Copie Conforme.

    Apenas trocaria Kick-Ass por Scott Pilgrim, por os dois serem um tanto parecidos no que diz respeito à narrativa e visual; e As Melhores Coisas do Mundo por Os Famosos e os Duendes da Morte por os dois serem nacionais e o segundo mais bacana.

    Ademais, adorei a lista. =)

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  12. um lixo seus debates vc fez sua lista os melhores filmes passaram longe de seu conhecimento vc e muito leigo../!!!!!!!!!!!!!!

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  13. eu acho que o pior filme de 2010 foi o último mestre do ar e o melhor foi jogos mortais o final no finalsinho de 2010

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  14. Engraçado essas listas. Sempre vejo filmes medianos fazerem parte tanto da lista dos melhores quanto dos piores. Olhei Kick-Ass, meu irmão adolescente olhou kick-ass...e francamente... fizeram um alarde desnecessário. O filme é bem ruim. Adaptação boa? Sim, claro! Mas o que adianta grande fidelidade na adaptação se a história em si não cola? Fúria de Titãs entre os piores? É bem filme de sessão da tarde, vale a pena dar uma conferida. Com tanto filme ruim que ficou de fora (Maluca Paixão, MacGruber, Sex and The City 2 e Old Dogs) não é válido colocar um que dá para olhar, sem compromisso, do início ao fim. O filme é ruim? Sim...claro. Mas não ganha de nenhum desses citados (já que, pelo menos, o público de 8 à 15 anos adorou o filme).

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  15. os filmes podem ser ruins mas o cara que fas os comentarios é pior ainda.
    troquem o cara. valeu

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  16. Como vai? Considerei bastante interessante seu weblog, e resolvi publicar esse comentário! Muito bem por isso, e continue com sucesso!

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